domingo, 29 de agosto de 2010
Não é orgulho, é auto-respeito.
Sometimes you have to try not to care, no matter how much you do, because sometimes you mean nothing to someone who means so much to you./Luke
sábado, 7 de agosto de 2010
All.

A realidade é que hoje eu estou bem, muito melhor do que antes, mas por todo lado na minha cabeça tem vestígios de você e eu não gosto disso, eu não queria isso. Eu nunca pedi pra me apaixonar, eu sempre pedi pra ser feliz, e quando agente tava junto eu me sentia assim. Tudo bem, bem mais que feliz. Mas durou muito pouco, digo por mim que foi muito sentimento em pouco tempo. E você se foi e parece que deixou uma parte em mim, na minha cabeça. O que me dói hoje é pensar naquela ligação, aquela conversa por celular na qual você disse que não havia sentimento da sua parte, que era atração física; curiosidade. Eu me senti tão usado, tão descartável e ao mesmo tempo tão infantil de acreditar que aquilo podia ser verdade. Milhares de vezes cheguei a pensar que não te merecia e que talvez teria tirado a sorte grande, já te conhecia a certo tempo e você era a pessoa mais linda e cativante em todos os sentidos que eu podia imaginar. Talvez aí eu já tinha me apaixonado. Tolo.
Já fiz de tudo pra te esquecer, e sim, eu consegui em grande parte, mas mesmo com tudo que houve, toda essa bagunça, eu tenho meu coração limpo, e sei que se você resolvesse falar comigo hoje, eu falaria com você.E isso me faz sentir ainda mais tolo. Mas que culpa tenho eu de me importar com você? Praticamente todos do meu círculo social me dizem que eu não deveria nem me importar, pois com quem eu me importo nem existe mais, que você mudou e agora é alguém que poucos conhecem e muitos não fazem questão de conhecer. Eu acredito que as pessoa mudam , mas experiências e atitudes mudam o caráter e é algo como lembranças que ficam ali pra sempre, que não mudam. Então a verdade é que eu me importo sim, e muito com o que restou do que você era.
Já fiz de tudo pra te esquecer, e sim, eu consegui em grande parte, mas mesmo com tudo que houve, toda essa bagunça, eu tenho meu coração limpo, e sei que se você resolvesse falar comigo hoje, eu falaria com você.E isso me faz sentir ainda mais tolo. Mas que culpa tenho eu de me importar com você? Praticamente todos do meu círculo social me dizem que eu não deveria nem me importar, pois com quem eu me importo nem existe mais, que você mudou e agora é alguém que poucos conhecem e muitos não fazem questão de conhecer. Eu acredito que as pessoa mudam , mas experiências e atitudes mudam o caráter e é algo como lembranças que ficam ali pra sempre, que não mudam. Então a verdade é que eu me importo sim, e muito com o que restou do que você era.
Eu não sei como é sua vida e nem como as coisas se passam dentro da sua casa, sua relação com familiares e os amigos que você ainda tem. Não sei. E analisando como tudo acabou, eu resolvi não te julgar, você deve sim ter seus motivos. Eu acredito. Só tem algo que eu realmente esperava e já não sei se ainda espero. Uma conversa, de pessoas aparentemente maduras, que era como costumávamos ser. Uma conversa definitiva, com a verdade, sem medo de machucar alguém. Porque eu tenho certeza que a dor da dúvida dói bem mais. Quando você não sabe se algo é verdade ou não, ou se foi mentido porque seria melhor daquele jeito. É assim que eu me sinto.
Eu sempre julguei a vida como um livro que agente escreve enquanto tá aqui sendo olhado pelo Pai. Então nunca me permiti arrepender-me de algo que já fiz, o que tá feito, tá feito. Mas você foi, e de certo modo ainda é tão importante pra mim que, eu me arrependi muito de tudo. Nada do que houve valeu o risco que agente corria e que, no fim das contas aconteceu. E eu me sinto culpado por muita coisa que houve e pela sua mudança e isso me atormenta, me constrange. Eu só te peço perdão por tudo. Assim como você, eu sou jovem é isso foi mais uma experiência pra lista. E eu não sei se você vai ler isso e tal, mas escrever foi um modo de expressar o que eu to sentindo. Eu acho que não mudei, e você costumava me conhecer bem, então, eu to aqui com o peito limpo e a cabeça fria e se algum dia você precisar, você sabe com quem contar.
sábado, 17 de julho de 2010
Depois da Meia noite.
Passamos muito tempo sentados na calçada
Falando sobre tudo e não dizendo nada
Seu sorriso vale mais de mil palavras
Deixa que o futuro fica pra depois.
Trecho da música "Depois da meia noite" - Capital Inicial
Falando sobre tudo e não dizendo nada
Seu sorriso vale mais de mil palavras
Deixa que o futuro fica pra depois.
Trecho da música "Depois da meia noite" - Capital Inicial
terça-feira, 13 de julho de 2010
It's all your fault
It’s all your fault
You called me beautiful
You turned me out and now I can’t turn back
I hold my breath
Because you were perfect
But I’m running out of air, and it’s not fair.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Teste de Personalidade
Resultado: 37 pontos
Os outros te vêem como alguém sensível, cauteloso, prático e cuidadoso. Te vêem como inteligente, talentoso, mas modesto. Não uma pessoa que faz amigos muito rápido e fácil, mas alguém extremamente leal aos amigos que você faz e que espera a mesma lealdade deles. Aqueles que realmente te conhecem percebem que é difícil abalar sua confiança em amigos, mas também leva um bom tempo para recuperá-la se esta confiança se acaba.
Teste de Personalidade
Here: InterNey.Net
Os outros te vêem como alguém sensível, cauteloso, prático e cuidadoso. Te vêem como inteligente, talentoso, mas modesto. Não uma pessoa que faz amigos muito rápido e fácil, mas alguém extremamente leal aos amigos que você faz e que espera a mesma lealdade deles. Aqueles que realmente te conhecem percebem que é difícil abalar sua confiança em amigos, mas também leva um bom tempo para recuperá-la se esta confiança se acaba.
Teste de Personalidade
Here: InterNey.Net
domingo, 6 de junho de 2010
The party is over.
Tava tudo indo até bem, claro que com seus pequenos problemas, mas, tudo continuava certo. E o amor dos dois crescia cada vez mais, e era engraçado. Surreal, é era surreal. Greg havia descoberto e entendido até ali o que realmente queria da sua vida, e como um aparelho de som antigo e fraco em sua persistência de ler um disco arranhado, as coisas foram andando, escondendo os erros, fingindo que nada poderia derrubá-los. Doce ilusão.
Deveriam ter descoberto primeiro que eram apenas cartas no baralho, nada girava em torno deles e sim eles que giravam, eles que obedeciam. E só. E agora tuda está espalhado, e Greg está como sempre procurando um jeito, uma saída de reconciliar tudo.Pobre, mal se dá conta de que de nada pode fazer sozinho. Agora está sentado esperando que a mesma porta que o levou, se abra de novo e o tire dali, está cansado de pular janelas, desta vez ele vai deixar as coisas acontecerem como devem. Ele vai tentar.
Deveriam ter descoberto primeiro que eram apenas cartas no baralho, nada girava em torno deles e sim eles que giravam, eles que obedeciam. E só. E agora tuda está espalhado, e Greg está como sempre procurando um jeito, uma saída de reconciliar tudo.Pobre, mal se dá conta de que de nada pode fazer sozinho. Agora está sentado esperando que a mesma porta que o levou, se abra de novo e o tire dali, está cansado de pular janelas, desta vez ele vai deixar as coisas acontecerem como devem. Ele vai tentar.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Hope
Confusão. Isso. Exatamente isso, é o que se passa na cabeça dele. Mais aparentemente as coisas começam a se resolver.Sim, se resolvem, aos poucos, mais resolvem. Só o velho vento que não sai da história toda. Maldito medo.O leva a perceber seus sinais de fraqueza.
Sempre ouviu e acreditou que tudo tem seu limite. Que assim seja com o medo também, pois é o que o consola quando injustamente, ele resolve contemplá-lo com sua presença. Quanto mais aparece, mais se desgasta, mais passa , se cansa dele. Ou acostuma com ele e/ou vice-versa.
Por mais que ele e muitos ainda não julguem importante, sempre soube que as coisas só funcionam quando alguém competente toma á frente de toda a porcaria e decide transformar tudo em algo no mínimo, razoavelmente decente. E aí entra o vento. Atrapalha de novo.
Talvez seja só necessidade de um agasalho espiritual. Ou algo que ele ainda não aprendeu.
Experiência é sinônimo de aprendizado, e por mais que aparente, Greg não teve muitas. Não mesmo. Talvez tenha sido culpa dele. Sempre encarou tudo como coisas que já conhecia, que já sabia. Poucas coisas o supreendia. E então a experiência e todo seu aprendizado tenha feita vista grossa no caso dele. Sim, pode ter sido. Isso tudo é falta de conhecimento, de vivência. A - quase sempre indesejada - Inocência. E ele não pode culpar a ninguém além dele mesmo.Que sempre se mostrou forte e imponente, sábio. Pobre Greg, se enroscar logo no que acreditava se virar melhor.
Deve estar se perguntando, como exigir experiência de um jovem, que tem toda a vida pela frente? É, me pergunto o mesmo. E me pergunto o que fazer quando algo requer o que você ainda não tem, que ainda não aprendeu, por mais que demonstre que sim.E que você quer aprender, mais que tudo, mais rápido que puder.Tornar tudo certo logo.
Sempre ouviu e acreditou que tudo tem seu limite. Que assim seja com o medo também, pois é o que o consola quando injustamente, ele resolve contemplá-lo com sua presença. Quanto mais aparece, mais se desgasta, mais passa , se cansa dele. Ou acostuma com ele e/ou vice-versa.
Por mais que ele e muitos ainda não julguem importante, sempre soube que as coisas só funcionam quando alguém competente toma á frente de toda a porcaria e decide transformar tudo em algo no mínimo, razoavelmente decente. E aí entra o vento. Atrapalha de novo.
Talvez seja só necessidade de um agasalho espiritual. Ou algo que ele ainda não aprendeu.
Experiência é sinônimo de aprendizado, e por mais que aparente, Greg não teve muitas. Não mesmo. Talvez tenha sido culpa dele. Sempre encarou tudo como coisas que já conhecia, que já sabia. Poucas coisas o supreendia. E então a experiência e todo seu aprendizado tenha feita vista grossa no caso dele. Sim, pode ter sido. Isso tudo é falta de conhecimento, de vivência. A - quase sempre indesejada - Inocência. E ele não pode culpar a ninguém além dele mesmo.Que sempre se mostrou forte e imponente, sábio. Pobre Greg, se enroscar logo no que acreditava se virar melhor.
Deve estar se perguntando, como exigir experiência de um jovem, que tem toda a vida pela frente? É, me pergunto o mesmo. E me pergunto o que fazer quando algo requer o que você ainda não tem, que ainda não aprendeu, por mais que demonstre que sim.E que você quer aprender, mais que tudo, mais rápido que puder.Tornar tudo certo logo.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Little desires
De todas suas paixonites profanas e impossíveis, aquela foi a pior, a qual perturbava seu sono, seus atos e tomava a frente de seus desejos. Provocava-lhe uma raiva e repulsa contra si mesmo. Como poderia alguém como ele se algemar de tal forma? E além, como poderia alguém como ele se apaixonar gradativamente por alguém tão, tão impossível - ou mesmo imprevisível - ? Seria isso tudo justo ?
Cada vez mais dizia para si mesmo que há coisas na qual só a vida nos ensina, mas logo a que mais lhe convinha aprender, era adiada. E isso tudo se torna cada vez mais a velha bola de neve, ás vezes penso eu que, a vida esteja de brincadeira com esse pobre indivíduo, ou só esteja fazendo pagar por seus erros da juventude. De maneira impróprio, até dolorosa, diria.
Cada dia era como algo ilusório, tudo aparentava estar bem, enquanto por dentro tudo lhe dizia que era impossível, extremamente impossível. Mas a juventude é feita de decisões precipitadas não é mesmo? Ou aquilo era só a válvula de escape na cabeça de Greg ?
Julgo isso tudo engraçado. A verdade é que sempre tive apreço pela desgraça alheia. Enquanto estiver longe, tudo certo. Expectador e nada mais.
Mas outro problema pessoal, é meu senso de distância.
Cada dia mais, a cada manhã mais, o problema de Greg estava agarrado á seus pés de maneira realmente tentadora. Como um jovem apaixonado esperando ansioso pela resposta de seu pedido de namoro. Ou não.
Tudo e nada se passavam na cabeça dele, quando teria outra oportunidade dessas? Quando sentiria de novo o que a meros dois meses vem sentindo? Não sabia. Ninguém sabia. O problema de Greg talvez estivesse nele mesmo, em distorcer as coisas, em julgar de maneiras embaraçosas. Não sabia se o que sentia era bom ou ruim. De fato em certos momentos lhe trazia imensas ondas de prazer, aqueles momentos que sorrimos para as paredes. Pequenas coisas que transformam nosso dia. Mas de repente, com um vento forte, tudo que lhe agradava nessa situação era arrastado de uma só vez. Maldito vento. Tomei a audácia de apelidar esse vento de Medo.
Apenas aguardo o desfecho disso tudo. Sabe, pessoas são imprevisíveis. E Greg era imprevisível e contraditório. Muito contraditório. Talvez não tanto quanto seu fardo, mas era de uma mudança de decisões, opniões, pensamentos, pensamentos, realmente notáveis. Bipolar talvez. Torço pra que ele saiba o que fazer, que escolha o que menos lhe machucar, que menos lhe marque. Pois mesmo que eu adore um mal feito, Greg significa muito pra mim. Talvez uma parte de mim. E como qualquer um, não gosto de me machucar. Eu pelo menos acho que não.
Cada vez mais dizia para si mesmo que há coisas na qual só a vida nos ensina, mas logo a que mais lhe convinha aprender, era adiada. E isso tudo se torna cada vez mais a velha bola de neve, ás vezes penso eu que, a vida esteja de brincadeira com esse pobre indivíduo, ou só esteja fazendo pagar por seus erros da juventude. De maneira impróprio, até dolorosa, diria.
Cada dia era como algo ilusório, tudo aparentava estar bem, enquanto por dentro tudo lhe dizia que era impossível, extremamente impossível. Mas a juventude é feita de decisões precipitadas não é mesmo? Ou aquilo era só a válvula de escape na cabeça de Greg ?
Julgo isso tudo engraçado. A verdade é que sempre tive apreço pela desgraça alheia. Enquanto estiver longe, tudo certo. Expectador e nada mais.
Mas outro problema pessoal, é meu senso de distância.
Cada dia mais, a cada manhã mais, o problema de Greg estava agarrado á seus pés de maneira realmente tentadora. Como um jovem apaixonado esperando ansioso pela resposta de seu pedido de namoro. Ou não.
Tudo e nada se passavam na cabeça dele, quando teria outra oportunidade dessas? Quando sentiria de novo o que a meros dois meses vem sentindo? Não sabia. Ninguém sabia. O problema de Greg talvez estivesse nele mesmo, em distorcer as coisas, em julgar de maneiras embaraçosas. Não sabia se o que sentia era bom ou ruim. De fato em certos momentos lhe trazia imensas ondas de prazer, aqueles momentos que sorrimos para as paredes. Pequenas coisas que transformam nosso dia. Mas de repente, com um vento forte, tudo que lhe agradava nessa situação era arrastado de uma só vez. Maldito vento. Tomei a audácia de apelidar esse vento de Medo.
Apenas aguardo o desfecho disso tudo. Sabe, pessoas são imprevisíveis. E Greg era imprevisível e contraditório. Muito contraditório. Talvez não tanto quanto seu fardo, mas era de uma mudança de decisões, opniões, pensamentos, pensamentos, realmente notáveis. Bipolar talvez. Torço pra que ele saiba o que fazer, que escolha o que menos lhe machucar, que menos lhe marque. Pois mesmo que eu adore um mal feito, Greg significa muito pra mim. Talvez uma parte de mim. E como qualquer um, não gosto de me machucar. Eu pelo menos acho que não.
domingo, 18 de abril de 2010
Histórias narradas pela Morte I

-Breve História do Lutador Judeu-
Max Vandenburg nasceu em 1916.
Cresceu em Stuttgart.
Quando era garoto, passou a gostar, mais do que tudo, de uma boa troca de socos.
Teve sua primeira briga quando era um menino de onze anos, e magro como um cabo de vassoura.
Wenzel Gruber.
Foi com esse que ele brigou.
Tinha a boca suja, o tal garoto Gruber, e o cabelo encaracolado feito arame.
O parquinho local exigiu que eles brigassem, e nenhum dos dois estava disposto a discutir.
Lutaram feito campeões.
Por um minuto.
Justo quando ia ficando interessante, ambos foram afastados pelo colarinho.
Um pai vigilante.
Um filete de sangue pingava da boca de Max.
Ele o provou, e o gosto era bom.
---------
Não muita gente vinda do seu bairro era de briga, mas quando era, não o fazia com os punhos. Naqueles tempos, diziam que os judeus preferiam simplesmente fica parados e aguentar as coisas. Suportar calados as ofensas e, em seguida, trabalhar até voltar ao topo. Obviamente, nem todo judeu é igual.
Ele tinha quase dois anos quando seu pai morrei, despedaçado pelos tiros numa colina relvada.
Quando chegou aos nove, sua mãe estava completamente falida. Ela vendeu o estúdio musical que também lhes servia de apartamento, e os dois se mudaram para a casa do tio. Lá ele cresceu com seis primos, que o surravam, chateavam e amavam. As brigas com o mais velho, Isaac, foram o campo de treinamento para suas lutas de socos. Max levava uma esfrega quase todas as noites.
Aos treze anos, a tragédia voltou a se abater, com a morte de seu tio.
Como sugeririam as percentagens, o tio não era esquentado com Max. Era o tipo de pessoa que trabalhava em silêncio, por uma recompensa muito pequena. Vivia no seu canto e sacrificava tudo pela família - e morreu de uma coisa que lhe cresceu na barriga. Uma coisa parecida com uma bola de boliche envenenada.
Como muitas vezes acontece, a família postou-se ao redor da cama e assistiu á sua capitulação.
De alguma forma, entre a tristeza e o luto, Max Vandenburg, já então um adolescente de mãos duras, olhos escuros e dor de dente, também ficou meio decepcionado. Até desgostoso. Ao ver o tio afundar lentamente na cama, decidiu que nunca se permitiria morrer daquele jeito.
O rosto do homem era resignado demais.
Muito amarelo e tranquilo, apesar da arquitetura violenta de seu crânio - do queixo interminável, que se estendia por milhas, das maçãs do rosto protuberantes e dos olhos encovados. Tão sereno, que deu no menino a vontade de perguntar uma coisa.
Cadê a briga?, matutou.
Cadê a vontade de persistir?
É claro que, aos treze anos, ele era meio exagerado em seu rigor. Não tinha ficado cara a cara com uma coisa como eu . Ainda não.
Junto com os outros, ficou em volta da cama e viu o homem morrer - uma fusão sem riscos entre a vida e a morte. A luz na janela era cinza e laranja, da cor da pele do verão, e seu tio pareceu aliviado quando sua respiração desapareceu por completo.
-Quando a morte me pegar - jurou o menino -, vai sentir meu punho na cara.
Pessoalmente, gosto disso. Desse heroísmo idiota.
É.
Gosto muito disso.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Valor

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
Fernando Pessoa.
Marcadores:
Aprendizado
domingo, 5 de julho de 2009
Contrato de risco

A vida é um contrato de risco.Você pode conviver com milhares de animais de outra espécie e nunca ter problemas, mas, se conviver com um ser humano por melhor que seja a relação, haverá problemas e decepções. Todos falhamos, frustamos os outros e somos frustrados por eles. Todos estamos doentes em alguma área de nossas personalidades, uns mais, outros menos, inclusive psiquiatras e psicólogos. A sabedoria não consiste em ser perfeito, mas em saber que não somos e ter habilidade de usar nossas imperfeições para compreender as limitações da vida e amadurecer. Eu já desisti de ser perfeito, e você? Só uma pessoa incompleta precisa de novas conquistas.
Augusto Cury
sábado, 4 de abril de 2009
Broken Strings'
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Se não te lembram,
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Às vezes,

"Às vezes, a realidade dá um jeitinho de vir de fininho,
e dar um beliscão na sua bunda.
E quando a represa estoura,
a úncia coisa que você pode fazer é sair nadando.
O mundo do fingimento é uma jaula,
não um casulo.
Nós só conseguimos mentir pra nós mesmos por um tempo.
A gente fica cansado,
com medo e negar isso não muda a verdade.
Cedo ou tarde,
a gente tem que deixar a negação de lado e encarar o mundo.
Ande com a cabeça erguida, com vontade.
O Nilo não é apenas um rio no Egito - é todo um oceano. Então como você faz para não se afogar nele?"
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Um dia você aprende que...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno amanhã é incerto demais para os
planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima
se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em quando
e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança
e apenas segundos para destrui-la,
e que você pode fazer coisas em um instante,
das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer
mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram
escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos
se compreendemos que os amigos mudam,
percebe que seu melhor amigo
e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que devemos deixar as pessoas que amamos com
palavras amorosas,
pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes
tem influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve
comparar com os outros,
mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo
para se tornar a pessoa que quer ser,
e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou,
mas onde está indo, mas se você não
sabe para onde está indo,
qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos
ou eles o controlarão, e que ser
flexível não significa ser fraco
ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada
e frágil seja uma situação,
sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas
que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as consequências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes
a pessoa que você espera que o chute,
quando você cai é uma das poucas
que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver
com os tipos de experiências que se
teve, e o que você aprendeu com elas,
do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você
do que você suponha.
Aprende que nunca se deve dizer
a uma criança que sonhos são bobagens,
poucas coisas são tão humilhantes,
e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva
tem o direito de estar com raiva, mas isso
não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do
jeito que você quer que ame,
não significa que esse alguém não sabe amar,
contudo, o ama como pode,
pois existem pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem como demonstrar
ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente
ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem que aprender
a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos
pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa
voltar para trás, portanto, plante seu jardim
e decore sua alma,
ao invés de esperar que alguém lhe traga flores...
E você aprende que realmente pode suportar...
que realmente é forte,
e que pode ir muito mais longe depois de
pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor
e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras
e nos fazem perder o bem que poderíamos
conquistar, se não fosse o medo de tentar.
Willian Shakespeare
Assinar:
Postagens (Atom)









